Métricas de vaidade: o mito do engajamento e por que curtidas não bastam

Marketing nas Mídias SociaisRedação JKM10/08/2026
Métricas de vaidade: o mito do engajamento e por que curtidas não bastam

Métricas de vaidade ou ter engajamento nas redes sociais que realmente gera vendas? Vamos entender porque só curtidas não servem mais e como as marcas podem começar a converter de verdade! 

Você já entrou em um perfil com milhares de seguidores no Instagram, várias curtidas nos posts, mas nenhum comentário que mostrasse que aquele público específico estava realmente interessado?

Se você reparou nisso e achou estranho, saiba: você não é o único.

Muita gente já percebeu que só curtidas altas e comentários aleatórios (as tais métricas de vaidade), estão longe de ser prova de sucesso. E no caso das marcas, esse problema significa uma coisa: sem conversão real ou vendas.

Por que só curtidas não servem mais?

Há muito, muito tempo, algumas pessoas acreditavam que um perfil com grande volume de seguidores e curtidas era uma vitrine valiosa para qualquer marca ou influenciador.

As pessoas visitavam esse canal, acessavam seus posts, viam a seção cheia de comentários e pensavam: “Nossa, essa marca/influencer deve bombar e vender muito”.

Essa lógica instigou muita gente a crescer os números automaticamente. Ou seja, recorrer àqueles esquemas para conseguir seguidores, curtidas e comentários automáticos de pessoas aleatórias.

De início, essa prática até passava despercebida aos olhos dos outros; afinal, ninguém ficava prestando atenção a quem curtia ou comentava um post. Porém, aos poucos, a farsa do engajamento foi ficando cada vez mais evidente, causando uma espécie de repulsa.

Perfis indianos curtindo qualquer tipo de conteúdo, comentários genéricos, emojis repetidos e contas sem qualquer tipo de relação com o público da marca.

Um verdadeiro teatro.

Para muita gente, a ideia de ter big numbers, por mais vazios que eles sejam, ainda é tentadora. Mas quando falamos no que realmente importa para uma empresa, que é ter um público qualificado que compra, essa estratégia é totalmente inútil e arriscada.

Inútil porque as curtidas não significam compra de produtos e serviços. E arriscada porque as pessoas e os clientes ao redor podem ver essa movimentação estranha e pensar: "Essa marca também é suspeita."

Sem métricas de vaidade. O que está funcionando hoje?

Com a percepção de que número alto não significa resultado prático, nasceu um movimento que faz muito mais sentido do que parece: o da construção de comunidades.

Um perfil, hoje, pode ter menos de mil seguidores no Instagram e ainda assim vender muito bem no off. Muito bem mesmo.

Quer um exemplo de como esse movimento vem acontecendo?

Sabe aqueles perfis literários que resenham livros e fecham parcerias com editoras e autores?

Então, até alguns meses atrás, os autores e as editoras buscavam perfis enormes para receber resenhas e ganhar visibilidade. Até hoje, alguns perfis literários com engajamento sólido realmente geram conversão.

Porém, na maioria dos casos, essa estratégia não tem surtido tanto efeito. Isso porque, ao olhar para os comentários desses perfis específicos, com milhares de seguidores suspeitos, ele se depara com o mesmo padrão de interação, pessoas aleatórias e pouco interessadas.

Ou seja, nada de vendas concretas ou leitores em potencial seguindo o perfil do autor/editora.

O movimento natural que vem acontecendo, e que temos acompanhado por aqui, é que muitos autores e editoras começaram a recorrer a perfis mais nichados para divulgar e apresentar obras. Perfis menores, às vezes com mil ou dois mil seguidores, e que possuem comunidades e grupos fechados no WhatsApp.

E vamos dizer uma coisa, o resultado tem sido muito bom no que diz respeito a números. Ao contrário de falar para uma maioria desinteressada ou perfis indianos (hehe), esses influenciadores/marcas estão conseguindo alcançar e se comunicar com quem verdadeiramente compra: leitores engajados reais.

Resumo da obra.

O que está funcionando para esse grupo, e que pode funcionar para a sua marca, inclusive, é criar uma comunidade que presta atenção e que está interessada em consumir o seu produto e serviço.

Pode ser que o número no Instagram pareça menor e não tenha mais aquela aesthetic de perfil vencedor, mas no final do mês, a agenda e a carteira do negócio sentem a diferença.


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Tendo um engajamento real nas redes sociais

“Faço parte do grupo que possui muitos seguidores, mas quando posto um produto, um vídeo ou uma oferta, isso não vem de volta em venda. Como eu posso mudar isso?”

Primeiro, parando de olhar só para o número que aparece na superfície (métricas de vaidade). Ter curtida é bom? Claro que é. Ninguém está dizendo que curtida não tem valor nenhum.

O ponto é que ela não pode ser a única prova para confirmar que a comunicação e a estratégia da sua empresa estão funcionando.

Para melhorar o engajamento nas redes sociais, precisamos entender quem está ali acompanhando suas publicações, o que esse público quer ouvir de você e qual tipo de conteúdo faz a pessoa sair do modo “só estou passando” para o modo “quero saber mais”.

E isso nós só conseguimos com as métricas de conversão.

Métricas de conversão que você realmente precisa ficar de olho

Agora, vamos deixar a reflexão um pouco de lado e olhar para o que mexe nos números.

Se o objetivo da sua empresa é vender, atrair leads qualificados e gerar oportunidades reais de venda, as métricas de conversão que precisam estar no seu radar são:

  • Cliques no link da bio: eles informam que a pessoa realmente quis sair do post e dar um próximo passo;

  • Cliques em botões de contato: mostram interesse direto em falar com a sua marca;

  • Mensagens recebidas no WhatsApp: indicam uma intenção mais clara de conversa, orçamento ou compra;

  • Pedidos de orçamento: mostram que o seu conteúdo despertou interesse comercial;

  • Leads gerados: indicam quantas pessoas deixaram um contato para continuar a relação;

  • Taxa de conversão da landing page: mostra se a sua página está convencendo quem chegou até ela;

  • Salvamentos: indicam que o seu conteúdo teve utilidade ou valor para ser consultado depois;

  • Compartilhamentos: mostram que a mensagem fez sentido a ponto de ser enviada para outras pessoas;

  • Respostas em stories: indicam interesse e proximidade com quem acompanha a sua marca;

  • Crescimento de seguidores qualificados: mostra se o perfil está atraindo as pessoas certas, com potencial de compra;

  • Vendas atribuídas à campanha: mostram o retorno direto das ações e campanhas que a sua empresa fez;

  • Custo por lead: indica quanto a sua marca está pagando por cada oportunidade gerada;

  • Custo por aquisição: mostra quanto custa conquistar um novo cliente;

  • Retorno sobre investimento: indica se o dinheiro que você investiu está voltando.


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Uma agência de performance entra justamente para ajudar as marcas a pararem de se iludir com números bonitos e começarem a olhar para o que de fato gera retorno.

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