As pessoas sempre foram movidas pelo desejo de sentir alguma coisa. Isso significa que, antes mesmo de vendermos a elas um produto e serviço, precisamos pensar no que queremos que elas sintam com essa nova aquisição.
Pensar nesse impacto, assim como planejar cada ação de contato e venda, faz parte de uma estratégia que carinhosamente chamamos de marketing de experiência.
Já ouviu falar?
Marketing de experiência: chegou a hora de entender o conceito
Se perguntássemos para você quais são as memórias que mais marcaram a sua vida, o que você responderia?
Certamente, veio alguma lembrança de um lugar especial, uma viagem, um evento corporativo ou então uma data específica do ano.
A experiência que você viveu foi tão, mas tão impactante, que o seu cérebro automaticamente guardou a sensação. E detalhe, fez com que você se lembrasse dela automaticamente.
O marketing de experiência utiliza desse mesmo mecanismo.
A marca quer que o seu cliente lembre de uma interação com tanto carinho, que será praticamente impossível para ele esquecer; mesmo após anos sem comprar um produto/serviço ou tendo contato com outras empresas.
Estratégias de marketing que fortalecem o customer experience
Sempre que falamos em estratégias de marketing, precisamos lembrar que o céu é o limite para criar boas experiências com a marca.
E no caso do marketing de experiência, a regra também vale.
Tem quem recorra a ações sensoriais para marcar presença; outras, que criam eventos exclusivos; algumas apostam em embalagens limitadas; e ainda quem transforma o pós-venda em um momento digno de cinema.
Criatividade é a palavra aqui, mas com um único foco e objetivo: melhorar o customer experience e criar conexão emocional para que o cliente lembre, escolha e indique a marca em um momento de decisão.
Como não existe uma regra “x” sobre o que a empresa deve fazer (afinal cada marca possui um público-alvo), não adianta copiar fórmulas sem entender a própria realidade do negócio.
Mas, tentaremos mostrar alguns exemplos de como isso pode ser feito, na prática:
Uma loja pode caprichar tanto na embalagem que a entrega deixa de ser só uma compra e vira aquele momento de abrir, gravar, mostrar ao mundo;
Um restaurante pode usar aroma, iluminação, trilha sonora e atendimento para fazer a pessoa não lembrar só do prato, mas da sensação de estar ali (marketing sensorial);
Uma empresa B2B pode criar um encontro para clientes e parceiros, não para “cumprir tabela”, mas para gerar conversa, troca e presença;
Uma marca de cosméticos pode enviar amostras personalizadas com uma mensagem especial para a pessoa;
Uma escola pode transformar a matrícula em um momento leve e descontraído, com boa orientação e menos cara de processo burocrático;
Uma empresa de tecnologia pode usar onboarding, conteúdo e contato próximo para fazer o cliente sentir que não foi deixado sozinho depois da contratação.
Por que a experiência do cliente precisa estar no centro da estratégia, sempre?
Responderemos a isso com outro questionamento: Quem coloca dinheiro no caixa?
O cliente, certo?
É ele quem compra o produto/serviço, usa, comenta, volta e indica para outros potenciais compradores.
Logo, se o cliente não tiver conexão com a marca ou uma lembrança boa do que viveu com ela, não dá para esperar que ele recorde com carinho da empresa.
E não é culpa dele.
O que acontece é que o cérebro humano é seletivo com as memórias, e escolhe manter vivas aquelas que o marcaram profundamente.
Há quem lembre de uma marca por ela ter gerado uma memória positiva. Mas, existe também quem acaba sendo lembrado por um episódio negativo.
Os perigos de negligenciar a experiência e por que você não pode correr o risco
Olhe para o cenário atual da internet e diga o que você vê:
Centenas de produtos sendo divulgados em redes sociais, youtube e demais canais;
Dezenas de anúncios de diferentes marcas disputando a atenção dos usuários;
Comparações de preços acontecendo o tempo todo.
A competitividade é alta, acirradíssima, e disputar a atenção do público se tornou mais difícil do que jamais foi na história.
Ou seja, negligenciar a experiência do cliente, uma das poucas coisas que podem te diferenciar de outros concorrentes, é arriscado.
E dizemos isso porque, se chegar uma marca que cuida melhor dessa relação, o cliente automaticamente vai criar memórias com ela; e aí o espaço na cabeça dele ficará ocupado.
Então, resumindo: não existe tempo a perder. Toda empresa precisa investir em marketing de experiência para criar presença e se tornar a favorita em um momento de escolha.
“Eu quero melhorar a experiência do cliente e conseguir gerar essa conexão, mas não sei o que fazer.”
Calma!
Sempre existe um meio de começar ou ajustar a rota, caso a marca ainda não tenha desenhado uma boa experiência do cliente.
Uma das escolhas que você pode fazer, inclusive, é sair da lógica de tentativa e erro, para contar com uma agência que entende toda essa dinâmica.
A agência de marketing atende diferentes tipos de negócios todos os dias. E ela sabe quais pontos precisam ser melhorados, o que precisa ser feito em cada etapa da jornada de compra e como reverter uma experiência que não anda gerando conexão.
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"Não conheço uma agência de marketing que faça isso. E agora?"
Deixa que a gente te apresenta uma.
A Jokerman Belém é uma agência de marketing que atua há anos no mercado B2B, ajudando na ativação de marca e na criação de experiências fortes, memoráveis e que geram conexão.
Nosso trabalho não é só planejar um post, uma campanha ou olhar para o desempenho de um anúncio.
A gente pensa na forma como a marca aparece, conversa, recebe, entrega e continua presente mesmo depois que o cliente aperta o botão de compra. Puro marketing de experiência.
O que acha de conversarmos para descobrir como fazer a sua marca ser lembrada?
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