O manual de identidade visual é o segredo para manter sua marca coerente em todos os canais. Chega de desencontros: sua comunicação merece padrão e impacto. Neste post, vamos te ajudar a entender tudo sobre ele!
A identidade visual é a expressão da sua marca. Além disso, ela é a responsável por criar uma imagem memorável e fazer com que as pessoas se conectem e se identifiquem com a empresa em todos os pontos de contato.
Para isso, ela organiza e harmoniza diferentes tipos de elementos, como cores, logotipo, imagens, tipografia, etc. Dessa forma, quando aplicados, asseguram que a empresa, bem como seus produtos e serviços, sejam reconhecidos instantaneamente.
Todo mundo sabe que, atualmente, uma empresa precisa se comunicar com o público em diferentes pontos. Não é só na loja física ou no site oficial. Ela também está presente em embalagens, redes sociais, emails e qualquer outro canal de comunicação que a aproxime do seu público.
Por existir essa variedade de canais, e por muitas pessoas estarem envolvidas na gestão desses ambientes, pode acontecer vez ou outra da comunicação da marca oscilar por alguns momentos e, assim, se tornar inconsistente e confusa.
Portanto, o ponto que interessa é: existe uma forma de impedir que essa confusão ocorra e certificar a padronização visual e comunicacional 100% do tempo?
A resposta é sim! E é sobre isso que vamos falar hoje: o manual de identidade visual. Já conhece?
O que é manual de identidade visual
O manual de identidade visual é um documento completo, tipo um guia prático e visual, que vai conter todos os detalhes técnicos e criativos para garantir que a marca seja reproduzida corretamente.
Se, durante uma ação gráfica ou campanha publicitária, a equipe de design, marketing ou produção precisar criar materiais como banners, posts ou flyers, o manual será a principal referência. É ele que orienta o trabalho criativo e garante consistência visual em todos os formatos.
Quais são os 5 principais elementos da identidade visual?

A identidade visual, originalmente, é construída em cima de cinco elementos que dão forma, personalidade e reconhecimento à marca:
- O logotipo é a “assinatura” da marca, o símbolo gráfico que serve como ponto de identificação principal. Sabe o M dourado característico do McDonald’s, o swoosh da Nike e a maçã da Apple? É isso!
- As cores formam a paleta visual da marca, capaz de transmitir emoção, valores e alinhamento com o público–alvo. O que você sente quando vê uma lata vermelha da Coca-Cola, o azul da Meta ou então o laranja vibrante da Shopee?
- A tipografia, por sua vez, define as fontes que dão personalidade ao texto da marca. O site da Netflix transmite muito bem esse tipo de personalidade marcante;
- As imagens e o estilo visual vão estabelecer o estilo da nossa marca, alinhando a estética e a mensagem que queremos transmitir. Exemplos interessantes que se encaixam bem nesse contexto: Spotify, Airbnb e Nubank;
- Por último, os elementos gráficos complementares são padrões, formas, texturas ou elementos decorativos que irão reforçar a identidade visual. A empresa não precisa usar muitos detalhes se não quiser, mas pode criar diferenciação e estilo próprio através deles.
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O que deve conter no manual de identidade visual? Aqui estão os 7 itens indispensáveis

Agora que entendemos o que é manual de identidade visual e quais os principais elementos para fortalecer essa identidade, precisamos avaliar o que deve estar no escopo de conteúdo do guia.
O manual pode ser estruturado com vários capítulos personalizados que a empresa acredita ser importante para sua comunicação?
Sim! Porém, existem seções-chaves que precisam fazer parte do esqueleto de qualquer bom manual. Anote aí!
1. Regras de uso da marca
Aqui entram todas as orientações sobre como usar o logotipo de forma correta: proporções, áreas de respiro, versões alternativas (horizontal, vertical, monocromática) e contextos proibidos de aplicação. Assim, quanto mais detalhado for esse capítulo, mais fácil será para o time entender e replicar a ideia.
2. Paleta de cores e suas aplicações
Não basta saber que a marca usa azul e branco porque no universo das cores existem vários tons e intensidades que se enquadram nas nomenclaturas. O manual de identidade visual, portanto, vai definir a paleta completa, com os códigos RGB, CMYK, HEX e Pantone, além de indicar como essas cores podem ser combinadas em materiais impressos e digitais.
3. Tipografia oficial e variações permitidas
Neste capítulo do manual de identidade visual, são descritas as fontes principais e secundárias, que, assim, padronizam todos os textos da marca, além da hierarquia tipográfica para títulos, subtítulos e corpo de texto. Além disso, ele pode apresentar alternativas equivalentes para que, em situações em que a fonte oficial não esteja disponível, a consistência seja mantida.
4. Imagética e estilo visual
Aqui ficam as diretrizes sobre o estilo de imagens, ilustrações, ícones e até filtros oficiais para redes sociais. Podemos definir também se a marca usa fotos naturais, ilustrações minimalistas ou ícones com traço específico, além de trazer exemplos práticos de aplicação.
5. Aplicações em diferentes canais
Esse é o espaço para mostrar a identidade visual aplicada em diferentes canais, como cartões de visita, embalagens, assinaturas de e-mail, uniformes, sinalização, posts para redes sociais e outros pontos de comunicação. Aqui na JKM a gente costuma dizer que ter esses exemplos prontos facilita a vida de todo mundo, do designer ao franqueado.
6. Tom de voz e linguagem
Além da parte visual, muitas marcas também documentam como querem “soar” em seus textos. Então, nesse item aqui podem ser incluídos o tom da comunicação (formal, leve, divertido), palavras que fazem parte do vocabulário da marca, hashtags oficiais e até exemplos de mensagens para cada canal.
7. Boas práticas e “don’ts”
Esse praticamente é um capítulo extra, onde os erros mais comuns são listados a fim de evitar confusão. Além disso, ele reúne exemplos visuais do que não fazer, como: não deformar o logotipo, não usar cores fora da paleta, não misturar estilos de tipografia e, por fim, não escolher fontes aleatórias.
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Claro que o trabalho para construir uma identidade marcante não termina com a criação de um manual de identidade visual. Existe também todo o processo de desenvolvimento de logotipo, escolha de tipografia, definição de paleta de cores e criação de aplicações que precisam ser realizadas com estratégia.
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