Já ouviu falar em Social First? Hoje o time da JKM vai explicar o que é isso e porque a sua marca precisa correr para investir logo na estratégia!
Toda empresa “faz social” hoje em dia. Posta no Instagram com frequência, investe em tráfego, acompanha métricas no Linkedin, testa formatos novos, ajusta legendas, muda horários de publicação.
E mesmo assim, muitas continuam com aquela mesma sensação: a de que é muito esforço, mas pouca construção de marca.
Você já percebeu isso?
O perfil está ativo, mas a empresa não parece ser mais forte por isso. Os números dela sobem de vez em quando, mas não geram percepção de valor. A campanha termina, e o movimento, ao invés de permanecer, diminui.
Por que isso acontece?
Aqui na JKM, a gente tem um palpite: o social, que deveria estar ocupando o centro da estratégia da marca, está sendo usado apenas como um canal de divulgação.
Bóra entender melhor isso?
A grande virada: o que é Social First?
Social First é um conceito dentro do branding que defende a ideia de colocar o social no centro das estratégias de construção da marca.
Não funciona como um canal qualquer, que é alimentado quando sobra tempo ou como uma obrigação do time de marketing. Mas sim, como fonte primária para gerar percepção e construir mais valor e a reputação da empresa.
O equívoco de tratar o social como canal
A ideia de usar as redes sociais como canal de divulgação veio em uma época onde elas eram apenas extensão da mídia tradicional. Ou seja, fazia sentido olhar para esses espaços apenas como mais um lugar para distribuir campanhas.
O problema é que as redes sociais não funcionam da mesma forma que antes - e muito menos a cabeça das pessoas.
Já faz algum tempo, o público vem acompanhando as marcas de perto, observando a consistência do discurso, a coerência entre a sua fala e a prática, e formando uma opinião sobre quem entrega e não entrega valor.
Resumindo: hoje, podemos afirmar que as redes não são só canais de comunicação e meios rápidos para alcançar um determinado público. São ambientes de convivência.
Agora, pense comigo o seguinte: o que pode acontecer quando uma marca trata esse novo social apenas como mais um canal, só aparecendo quando quer vender algo ou quando tem algo para promover?
Ela quebra toda a continuidade da mensagem, anulando qualquer expectativa que as pessoas possam ter sobre a empresa.
Por que o social é hoje o principal ambiente de construção de marca
Quando falamos em construção de marca, ainda existe aquela ideia de que o processo acontece em grandes campanhas publicitárias de branding ou ações pontuais de alto impacto.
Mas, como você deve estar pensando aí desse lado, não é mais assim que música toca. Agora, construir uma marca forte acontece no dia a dia mesmo, através da repetição e da consistência.
1- Narrativa contínua e construção de significado
O social permite algo que a mídia tradicional nunca permitiu: presença contínua e construção de significado. A empresa pode reforçar uma mesma ideia sob diferentes ângulos, apostar em diferentes formatos (como artes, reels e stories) para educar o mercado e ainda consolidar um ponto de vista ao longo do tempo.
2- Confiança antes da conversão
A decisão de compra raramente começa no clique. Ela começa na observação. As pessoas acompanham marcas por semanas, meses, e às vezes, por anos. Usar as redes é uma forma de construir confiança, demonstrando - a partir dos conteúdos - domínio total sobre o assunto, clareza na comunicação e coerência nas mensagens.
3- Redução da dependência de mídia paga
Depois que os aplicativos passaram a oferecer anúncios, muitas empresas começaram a acreditar que só a mídia paga pode gerar alcance e visibilidade. De fato, a estratégia funciona. Mas, não por muito tempo - afinal, o custo é alto.
A estratégia Social First, claro, muda um pouco esse jogo. O conteúdo (o bom conteúdo) pode ser usado para gerar demanda orgânica, indicação e lembrança.
Como acertar na estratégia Social First
Digamos que você se cansou de postar só por postar e quer inserir o Social First nas suas estratégias de branding, qual seria a primeira mudança que a sua marca deveria fazer?
O time da JKM recomenda o seguinte: adquirir clareza sobre o seu posicionamento.
Qual território a sua marca quer ocupar?
O que ela defende?
Qual visão sustentará a comunicação?
E porque esse é o primeiro passo?
Porque, se você não sabe exatamente quem sua marca é e qual espaço quer ocupar, qualquer conteúdo que o time de marketing vier a trabalhar soará “estranho”. Não dá para se orientar só pelo que o concorrente publicou ou está dando engajamento… É preciso raciocínio.
Entendendo isso, aí sim dá para começar a preparar toda a linha editorial e o discurso para reforçar a posição e construir uma reputação de marca sólida.
Onde o Social First acerta (e acerta muito bem)
Existem mercados onde a reputação da empresa é decisiva para a escolha. O diferencial não está no preço que ela oferece, na promoção, nem na estética do seu feed. A reputação é o que faz o seu cliente tomar uma ação, simples assim.
E agora você pode estar se perguntando: será que estou atuando em um desses mercados?
Vamos dar uma olhada!
1- Educação
Educação é um dos mercados mais desconfiados que existem. Quem vai comprar um curso, colocar o filho em um colégio ou investir em uma pós-graduação, não está querendo gastar só dinheiro. Está investindo o seu tempo, colocando expectativas e, muitas vezes, esperando mudanças de vida.
Por isso, a pessoa que está procurando por uma instituição, não decide no primeiro contato. Ela observa. E aqui mora o grande problema: muitas empresas do setor só aparecem no social quando querem vender uma turma nova ou abrir matrículas. No resto dos meses ficam em silêncio para, do nada, surgirem com “últimas vagas”.
2- Serviços B2C
Serviço B2C vive de percepção. Estética, consultoria, arquitetura, gastronomia, assessoria, entre outros… O cliente quer sentir segurança antes de contratar.
O problema é que muitos negócios não passam essa ideia, e isso porque só mostram o “resultado final”, sabe? A foto bonita. O antes e depois. O depoimento.
Mas o cliente quer mais do que isso (ele sempre quer). Ele quer entender como funciona o processo, quer saber como a empresa pensa e, principalmente, quer sentir que existe um método por trás da entrega.
3- Saúde
No mercado da saúde, o negócio é ainda mais rígido. O paciente pesquisa muito antes de marcar uma consulta, e para isso ele olha o currículo, procura comentários, entra no Instagram, observa postura do profissional, linguagem, posicionamento.
O erro?
Muitas empresas e profissionais da saúde usam as redes sociais só como agenda: “últimos horários”, “marque a sua consulta”, “atendimento disponível”.
Onde isso constrói confiança?
Quando um dos nossos clientes chega querendo uma estratégia Social First, ajudamos os profissionais a estruturarem uma linha editorial com conteúdos que explicam procedimentos, tiram dúvidas e combatem desinformação.
4- B2B
Quem trabalha no universo B2B sabe que a venda começa muito antes da reunião. O decisor já pesquisou a empresa, já entrou no perfil dos sócios, já analisou como ela se posiciona. Ou seja, já fez todo o “check up” antes de topar uma conversa.
E como temos visto as empresas do setor se comportarem no social? Usando os perfis como mural institucional: publicam eventos internos, fotos de equipe, datas comemorativas e por aí vai.
Nada… nada disso ajuda na decisão.
Inserir o Social First, claro, deve ser feito aos poucos porque demanda vários trabalhos e skills que geralmente as empresas não possuem. Por isso, aqui na JKM a gente trabalha de pertinho com as marcas para entregar uma estratégia que gere resultado mesmo.
Bóra bater um papo?





